Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




O Nosso Principal Inimigo é o Governo

por pauloconde, em 09.02.21

frase-todo-governo-e-inimigo-de-seu-povo-cicero-12

Pegando numa das frases da nossa excelsa ministra da saúde "O nosso principal inimigo não é o vírus é o medo", aproveito para elencar alguns factos que me obrigam a concluir que o nosso principal inimigo não é o vírus nem o medo mas sim o Governo.

Senão vejamos:

- Fronteiras
Em Março de 2020 não se encerraram logo as fronteiras quando já se sabia da disseminação do vírus pela europa. Insistiram no mesmo erro este ano quando já tinham conhecimento da alegada variante do Reino Unido. Foram sempre encerradas tarde e a más horas permitindo que o vírus circulasse livremente.

- Escolas
Nas escolas com as aulas em casa, outro desastre. Depois da improvisação no primeiro confinamento a promessa que no inicio do ano lectivo tudo estaria pronto para uma próxima necessidade. Nada disso foi feito, houve equipamento que só foi adquirido no ultimo dia de 2020 e muitos alunos ainda estão privados de ensino por falta de equipamento para aceder ás aulas virtuais.

 

- Lares
Tem sido uma desgraça nos lares desde que teve inicio a pandemia. Aquilo que devia ter sido a prioridade das prioridades tem sido tratado com desprezo por este Governo. Não pára a mortalidade nos lares de idosos, onde estão a quase totalidade dos vulneráveis ao vírus e onde a fiscalização escasseia, estando mais direccionada para as bebidas alcólicas depois das oito da noite.

 

- Regras avulsas e inconstitucionais
É um manacial de atropelos e violações à Constituição da República Portuguesa com o aval do Sr. Presidente da República. A exemplo disso algumas decisões de Tribunais superiores têm vindo a anular algumas dessas leis, sobretudo de liberdade de circulação e confinamentos, feitas em cima do joelho por um Governo à deriva, preocupado apenas com sondagens e em manter o povo subjugado à sua narrativa ditatorial.

 

- Vacinas
A tão propagada cura milagrosa tem sido outro flagelo de incompetência e falta de sobriedade. São vacinas que sobram aos molhos e são distribuidas a quem é mais amigo do clube do Largo do Rato. Depois temos o numero de vacinados, que ninguém sabe qual é, onde cada entidade lança um numero para o ar sustentado em nada.

 

- Testes e confinamentos
É uma manipulação de numeros sem precedentes com base num teste PCR, cuja fiabilidade segundo o Tribunal da Relação de Lisboa é de 3%.
Para manterem a população sob controlo aumentam o numero de testes PCR para confinar e diminuem para dar razão ao confinamento. O mais recente exemplo foi ordem de soltura no Natal que serviu e servirá de bode expiatório para nos enclausurar ad nauseam!

 

- Mortes
Com todas as restrições, confinamentos, destruição da economia e da vida social, estamos no topo dos países onde o excesso de mortalidade por todas as causas atingiu numeros nunca vistos, inclusive bem à frente de países que nunca confinaram nem impuseram regras ditatoriais.
Para além disso, falta apurar a mortalidade atribuida erradamente à doença da moda já que, segundo dados oficiais, as vitimas mortais só relacionadas com a dita doença situa-se nos 5% do total que é anunciado, todas as outras são colaterais.

 

Tudo isto com a cobertura dos apaniguados da comunicação que estão todos amestrados com milhões de euros para que o rebanho não se afaste muito do aprisco nem acorde do pesadelo em que vive!

 

Paulo Conde, 2021

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 16:25


RÁBULA SOBRE A PALERMIA - A NÃO PERDER!

por pauloconde, em 03.02.21

Fantástica rábula que descreve com rigor a palermia em que vivemos!

Rabula01.JPG

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 12:19

A vida na Suécia em plena pandemia. Sem restrições, sem confinamentos, sem máscaras sem destruição de vidas.

  • POPULAÇÃO
    Portugal: 10.2 milhões - Suécia: 10.1 milhões
    MORTALIDADE MÉDIA 2016-2019
  • Portugal 111.780 - Suécia 90.976
  • MORTALIDADE 2020
  • Portugal 123.753 - Suécia 95.022
  • No entanto a comunicação social (paga para o fazer) fala da Suécia como sendo um fracasso.
  • Sweden.jpg

     

  •  

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 15:17


Mais sobre mim

foto do autor


calendário

Fevereiro 2021

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28



Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2010
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2009
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2008
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2007
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2006
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2005
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D
  222. 2004
  223. J
  224. F
  225. M
  226. A
  227. M
  228. J
  229. J
  230. A
  231. S
  232. O
  233. N
  234. D
  235. 2003
  236. J
  237. F
  238. M
  239. A
  240. M
  241. J
  242. J
  243. A
  244. S
  245. O
  246. N
  247. D
  248. 2002
  249. J
  250. F
  251. M
  252. A
  253. M
  254. J
  255. J
  256. A
  257. S
  258. O
  259. N
  260. D
  261. 2001
  262. J
  263. F
  264. M
  265. A
  266. M
  267. J
  268. J
  269. A
  270. S
  271. O
  272. N
  273. D
  274. 2000
  275. J
  276. F
  277. M
  278. A
  279. M
  280. J
  281. J
  282. A
  283. S
  284. O
  285. N
  286. D
  287. 1999
  288. J
  289. F
  290. M
  291. A
  292. M
  293. J
  294. J
  295. A
  296. S
  297. O
  298. N
  299. D
  300. 1998
  301. J
  302. F
  303. M
  304. A
  305. M
  306. J
  307. J
  308. A
  309. S
  310. O
  311. N
  312. D
  313. 1997
  314. J
  315. F
  316. M
  317. A
  318. M
  319. J
  320. J
  321. A
  322. S
  323. O
  324. N
  325. D
  326. 1996
  327. J
  328. F
  329. M
  330. A
  331. M
  332. J
  333. J
  334. A
  335. S
  336. O
  337. N
  338. D