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Justa repartição de sacrifícios

por pauloconde, em 27.03.13

 

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No auge de uma necessária mas penosa austeridade em que o país está mergulhado, os portugueses, preocupados com a justa repartição de sacrifícios, interrogam-se. Por que estipula a lei um periodo semanal de trabalho de quarenta horas para o sector privado e de apenas trinta e cinco para o sector público? Onde está a equidade que tantos apregoam?

 

Paulo Conde - Correio da Manhã - 2013

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publicado às 00:35


2 comentários

De Miguel Ferreira a 19.05.2013 às 02:00

Tambem acho que deve haver a equidade que tantos do privado apregoam, pode-se começar por começar a fazer as contas para a reforma igual ao publico, ou seja, os 365 dias por ano contam e nao apenas 120 dias que acontecia. Resumindo, no privado bastava trabalhar durante 4 meses por ano e no final dos 40 anos de trabalho tem-se direito á reforma por inteiro.
Podem tambem começar a fiscalizar todo o privado a fundo no tema das fugas aos impostos, coisa que no publico é impossivel.
Juntando á medida em que á bastantes anos atrás, um trabalhador do privado descontava menos do que um trabalhador do publico. Bem como as leis penais e criminais passem a ser tao duras no privado como sao para uma pessoa do publico, porque caso nao saibam, alguem que serve o estado, tem um codigo penal mais agravado...
A minha opiniao pessoal de á uns anos para cá quando comecei a ver os sucessivos governos a colocarem propositadamente a populaçao geral no privado contra o publico, achei bastante mal, porque só era dito uma parte (regalias, direitos, etc) a outra parte nunca era dita propositadamente...mas realmente de á uns meses para cá, essa proposito tornou-se tao grave que comecei a chegar á conclusao que o feitiço irá virar-se contra o feiticeiro em prol dos funcionários publicos, isto porque se está a gerar um debate neste tema tao fundo e tao intenso, que agora as partes más de se ser funcionário publico estao a ser ditas cá para fora, e muita gente do privado aos poucos já está a saber coisas que nao sabia e estao a chegar á conclusao que afinal ser-se funcionario publico nao é ter uma carrada de regalias que já acabaram á muito, nao é ter um emprego seguro, como já está provado desde 2005 e mais agora ainda...e que tambem nao se tem um ordenado enorme comparado com o privado, pois as medias das comparaçoes estao a ser mal feitas e divulgadas ao publico de modo errado, ou seja, mistura-se o ordenado de toda a funçao publica acha-se a média, de seguida junta-se todo o privado, acha-se a média e de seguida compara-se...esta maneira nao é correcta, a maneira correcta é achar a média salarial dos professores do publico com os do privado, médicos do publico com o privado, enfermeiros com enfermeiros, tecnicos oficiais de contas do publico vs privado, empregados de limpeza do publico vs privado, etc etc...e muita gente agora neste debate publico está a chegar á conclusao que nessa comparaçao, o privado tem uma media salarial mais elevada, o publico nao tem culpa que o privado tenha milhares de pessoas sem formação a trabalhar atrás de balcoes de cafés, restaurantes, lojas, etc, etc...sao esses largos milhares e milhares que fazem descer a média salarial do privado, mais de 80% dos trabalhadores do publico sao especializados com formaçao tecnica ou de ensino superior.

De Danny a 29.07.2013 às 16:47

Aumentar para 40 horas não é a solução, devia-se baixar no privado para 35. Quanto mais aumentam, mais desemprego vai haver.

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