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Manta de retalhos

por pauloconde, em 12.04.98

  

 

Todos nós sabemos que a divisão e a diferença, fazem parte da vida de todos nós. Diversos factores dividem-nos e diferencia-nos, quer sejam eles, geográficos, económicos, sociais ou até humanos. Mas há um que nos une, somos todos Portugueses de Norte a Sul. Para quê, regionalizar ? Ou não será centralizar ?

Sim, porque o País necessita cada vez mais de políticos e poderes  fortes nas actuais regiões e não de divisões centralizadas, que não conferem respostas adequadas à resolução dos diversos e específicos problemas.

Eliminámos a fronteira com o exterior, mas em compensação reparti-mo-la no nosso território. Enorme contradição que dará origem a uma “ Manta de Retalhos “ .

Se é a favor da regionalização, imagine se este texto estivesse regionalizado, concerteza não o conseguiria ler.  

 

Paulo Conde - Correio da Manhã; Noticias Magazine; Vida Ribatejana - 1998

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publicado às 17:54


Adeus Escudo!

por pauloconde, em 22.02.98


  

Dia 1 de Janeiro de 1999, entra o Euro sai o Escudo. Inicia-se mais uma etapa da nossa digressão Europeia, a qual tem sido bem sucedida. Somos cada vez mais, menos produtores e mais prestadores de serviços, criam-se infra-estruturas a pensar nos nossos irmãos europeus, para que dentro em breve sejamos o Algarve Europeu.
É certo, que nesta digressão, Portugal tem tirado proveitos financeiros, veremos se a longo prazo as contrapartidas não terão um preço elevado. As uniões valem o que valem, e se é certo que algumas foram bem sucedidas, outras houve com resultados desastrosos. Certo é, que a realidade actual obriga a que se tomem decisões imediatas, mas essas devem ser ponderadas, realistas e de forma a não porem em causa valores tradicionais únicos, porque o presente é a origem do futuro.
Em 1999 vamos fazer parte do comboio da moeda única, juntamente com os irmãos europeus, que adoram o nosso folclore, ouvem o nosso fado e até nos chamam espanhóis, mas cuidado...! Os carris não são todos iguais e alguma carruagem pode descarrilar.

 

Paulo Conde - Correio da Manhã; O Independente; Vida Ribatejana; Noticias Magazine - 1998

 

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publicado às 17:42


Monopólios

por pauloconde, em 05.04.97

 

 

É com profunda tristeza que constato que á beira do ano 2000, em plena União Europeia e num Estado Democrático, ainda existem Monopólios. Refiro-me concretamente aos da Água e da Electricidade, que teimam em existir em prejuízo dos consumidores. Digo prejuízo, porque onde não existe liberdade de escolha, terão obrigatoriamente que existir abusos. Todos os consumidores que queiram usufruir destes dois bens têm que recorrer a um só fornecedor, que num Estado Democrático por incrível que pareça é sempre o mesmo, ficando desde logo sujeitos a todos os incumprimentos, abusos, e faltas de respeito para com os direitos dos consumidores.

Consumidores esses que apesar de sofrerem todas estas injustiças, terão que efectuar sempre o pagamento destes “maus” serviços a tempo e horas, sob pena de perderem o direito aos mesmos.

Chegou a altura de nós consumidores mostrarmos a nossa indignação, lutarmos pelos nossos direitos e sobretudo escolhermos onde e como comprar bens ou serviços, afinal somos nós que pagamos.

 

Paulo Conde - Manhã Popular; Noticias Magazine, Correio da Manhã - 1997

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publicado às 10:39


Seguros, seguradoras e cidadãos

por pauloconde, em 28.07.96

No dia 16 de Março de 1996 fui vítima de um grave acidente de viação. No dia 17 de Abril fui informado pela Companhia de Seguros Império S.A (delegação de Vila Franca de Xira) que o processo ia seguir para fase de averiguações e que, provavelmente, só se iniciariam daí a dois meses. A justificação da demora prende-se com o facto de o averiguador ter muitos processos pendentes.
Ora, pergunto: Como é possível que as companhias de seguros não tenham prazos a cumprir e juros a pagar? Como é possível que o Estado permira que resolvam os processos somente quando lhes apetece?
Tanto eu como a minha esposa estamos incapacitados para trabalhar devido ao acidente. Já tivemos imensas despesas com médicos e medicamentos. Além disso temos a renda da casa para pagar, precisamos de comer todos os dias e não temos dinheiro. É uma vergonha que os cidadãos paguem os seguros, que ainda por cima são obrigatórios, e que as seguradoras se desresponsabilizem das suas obrigações.

 

 

Paulo Conde - Noticias Magazine - 1996

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publicado às 17:40


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